The Man Who Wasn’t there

Um filme inteligente para se assistir sem compromisso, daqueles que você num fim de semana, faz pipoca, chama a galera e coloca “aquele” filme Cult porem fácil, para que o seu amigo que não gosta muito de filmes que envolvem raciocínio, também curta o filme. Maaaaaaas para os seus amigos pedantes, cuidado, eles vão argumentar o quão pretensioso é esse filme. Explicações sobre isso, logo mais abaixo =D

Nekoffee

Oi eu ganhei o prêmio de melhor diretor do festival de CANNES em 2001, me ame

Bem a história, como já foi falado antes, contem uma certa “sacada” bem inteligente, apesar de as personagens e a narrativa serem demasiadas lentas, o filme vai passo a passo, montando a trama real da coisa toda. De inicio temos um barbeiro de mal com a vida, que não gosta de nada, nem mesmo de sexo. Esse barbeiro se vê com uma vida vazia e desmotivadora, até que um dia conhece um empresário, que promete ajuda-lo a subir de vida, mas para isso, seria necessário um investimento, para que ambos criassem uma empresa de ~lavagem a seco~, daí pra frente é pura loucura, assassinato, mistério, mais assassinato, mais mistério acabando com assassinato [não, não é looping eterno].

Nekoffee

SIM, É A SCARLETT JOHANSSON SENDO LINDA

No filme, opcionalmente foi adotada uma fotografia em preto e branco ou seja, trata-se de um filme NOIR, para que a sensação de anos 60 ~epoca em que ocorre a trama~ fosse maior, você provavelmente acha que isso é um detalhe bobo, mas qualquer pedante que se preze, sabe que cinema noir é um deleite melhor que sorvete Kibon em dia quente [merchan], os efeitos especiais acompanham essa inserção de anos 60, pois são um lixo, tal como eram na década hehe, agora a sonoplastia tem uma qualidade absurda por demais para quem está querendo um filme noir sixty.

Nekoffee

É uma fotografia tão linda, que almodovar está repensando as suas cores nesse exato momento.

Bem, é de certo modo, impossível falar de the man Who wasn’t there, sem comentar a total mescla de fotografia com atuação, Billy Bob Thornton [o barbeiro]  conseguiu incorporar tão bem o clima noir, que é assistir e se debater no sofá com os momentos perfeitos de sombra feat. Carão do Sr. Porem é nesse momento onde entra toda a pretensão, em duas horas e pouca de filme, o roteiro circunda entre inteligência e burrice, de forma estonteante, mas estonteantemente meeeeeesmo, tanto que você corre riscos de vomitar, como por exemplo, ao ver um disco voador aparecendo sem explicações e/ou lógica racional em determinados momentos do filme, mas ok. Você precisa pensar consigo mesmo. É só um bom momento WTF do qual todos ri.

Nekoffee

Apenas para constar, o diretor de The man who wasn't there é o mesmo de True grit, filme do qual já existe crítica no nekoffo, lê lá vai

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Sobre Tomatekun

Amante de cinema, video-game e cultura relevante, bem como também a irrelevante.
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Uma resposta a The Man Who Wasn’t there

  1. Leo diz:

    Scarlett Johansson… hummmmmmmmmmmmm (meia hora babando)

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